quinta-feira, 14 de novembro de 2013
USP: CASA DA SOGRA
O título de reportagem publicada em O Estado de S. Paulo desta quinta-feira, 14, fala por si: “USP gasta quase 100% dos recursos com funcionários”. Além de verbas da FAPESP e outros órgão de fomento, a universidade recebe pouco mais de 5% do ICMS – principal fonte de receita do governo do Estado.
Roberto Leal Lobo e Silva Filho – que dirigiu a USP no início dos anos 90 – é taxativo: “A questão é que há gente demais”. Segundo ele, universidades particulares de ponta não comprometem mais do que 70% de suas receitas com o pagamento de funcionários. Afinal, é preciso pensar em investimentos, para não parar no tempo.
Greves irresponsáveis, intermináveis e frequentes consomem boa parte dos anos letivos. A conta? A conta é nossa.
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