segunda-feira, 10 de setembro de 2018

A SEMANA É DE Portinari (1)



Retirantes

Retirantes

óleo sobre tela, c.i.d.
73.00 x 60.00 cm
Coleção de Artes Visuais
do Instituto de Estudos Brasileiros - USP
Reprodução fotográfica Claudio Pulhesi


Futebol

Futebol

óleo sobre tela, c.i.d.
97.00 x 130.00 cm
Reprodução fotográfica Projeto Portinari


A Colona

A Colona

têmpera sobre tela, c.s.d.
97.00 x 130.00 cm
Coleção de Artes Visuais
do Instituto de Estudos Brasileiros - USP
Reprodução fotográfica Projeto Portinari


Mestiço

Mestiço

óleo sobre tela, c.i.d.
81.00 x 65.00 cm
Reprodução fotográfica autoria desconhecida


Baile na Roça

Baile na Roça

óleo sobre tela, c.i.d.
97.00 x 134.00 cm
Reprodução fotográfica autoria desconhecida



Jangadas do Nordeste (painel da Feira de Nova York)

Jangadas do Nordeste 

(painel da Feira de Nova York)

ca. 1939 | Candido Portinari
têmpera sobre tela, c.i.d.
310.00 x 347.00 cm
Reprodução fotográfica autoria desconhecida


Cena Gaúcha (painel da Feira de Nova York)

Cena Gaúcha

 (painel da Feira de Nova York)

ca. 1939 | Candido Portinari
têmpera sobre tela
315.00 x 345.00 cm
Palácio do Itamaraty (Brasília DF)
Reprodução fotográfica autoria desconhecida

***

AUTORRETRATO - 1957

Cândido Portinari (1903-1962) foi um pintor brasileiro. Autor de quase cinco mil obras, entre elas os painéis "Guerra e Paz" da sede da ONU em Nova York e o mural da Biblioteca do Congresso em Washington. Estudou na Escola Nacional de Belas Artes no Rio de Janeiro, onde começou a se destacar. Passou dois anos em Paris que foram decisivos para criar o seu estilo. As exposições coletivas no Museu de Arte Moderna de Nova York, na década de quarenta, ao lado de artistas já consagrados, abrem o caminho para individuais em Nova York.

Em 1935, recebe prêmio do Carnegie Institute de Pittsburgh pela pintura Café, tornando-se o primeiro modernista brasileiro premiado no exterior. No mesmo ano, é convidado a lecionar pintura mural e de cavalete no Instituto de Arte da Universidade do Distrito Federal. Em seguida, convidado pelo ministro Gustavo Capanema (1902-1998) pinta vários painéis para o novo prédio do Ministério da Educação e Cultura (MEC) (1936-1938), com temas dos ciclos econômicos do Brasil, propostos pelo ministro.

Morreu aos 58 anos, no Rio de Janeiro, vítima de intoxicação causada pelas tintas que utilizava.


Fontes texto
1 – e-biografias
2 – enciclopédia Itaú cultural

Fotos e créditos: enciclopédia Itaú cultural

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