quarta-feira, 30 de julho de 2014

MÃO GRANDE

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Salomão, Salomão: você entra com a fama; o “bispo” entra com a mão.

MÂO GRANDE (II)

As madrugadas, no Brás, Celso Garcia, 528 e adjacências, ficarão ainda piores. Não bastasse a lástima atual. Quatro, quatro e pouco de sábado, nas sextas-feiras em que há “vigílias” de empresários, helicópteros nem pousam no heliponto, mas recolhem malotes e malotes de... De água benta certamente. Com o Templo de Salomão, a tendência é de piora.

MÃO GRANDE (III)

Perguntem ao “bispo” de Salomão por que sua irmã, deputada estadual, depois federal, largou a política. Arrisco um palpite: pregar para idiotas é (infinitamente) mais lucrativo. E menos perigoso.

MÃO GRANDE (IV)

Dia 31 de julho, inauguração do Templo de Salomão. Autoridades, autoridades. Todo mundo que tem “importância” vai lamber o saco do “bispo”. O “bispo” de Salomão não pode ter feito a desfeita de não convidar Aref, não é? Nem que seja pra ele, Aref, o facilitador, entre pelas portas do fundo. Num templo desses, não há de faltar saídas (nem entradas) de emergência.


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