sexta-feira, 31 de março de 2017

FOTOGRAFIAS: OLIMPÍADAS (2)



Mo Farah

O somali naturalizado britânico Mo Farah saltando no ar 
depois de ganhar a medalha de ouro na final 5000 metros.  
Fotografia: Kevin Dietsch



Serginho

O olhar emocionado do líbero Serginho depois do time 
de vôlei brasileiro conquistar o tricampeonato olímpico.  
Fotografia: Tom Pennington


 Lisa e Anna Hahner

As irmãs gêmeas Lisa e Anna Hahner, da Alemanha, 
de mãos dadas cruzando a linha de chegada
da maratona feminina.  
Fotografia: Sergio Moraes

 Lavillenie

O francês Renaud Lavillenie chora ao ser vaiado durante 
cerimônia de premiação do salto com vara.  
Foto: Fabrice Coffrini

Novak Djokovic

O tenista sérvio Novak Djokovic chora após ser eliminado 
pelo argentino Juan Martin Del Potro, na primeira rodada 
do torneio de tênis.  
Fotografia: Clive Brunskill

***

Para se chegar ao resultado – das dez fotografias mais emblemáticas dos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro –, fizemos uma compilação de listas, galerias de imagens e reportagens publicadas por sites, jornais, revistas e redes de televisão que fizeram a cobertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016. Participaram do levantamento as publicações: “Daily Mail”, “BBC”, “New York Times”, “Mashable”, “Usa Today”, “The Sun”, “BuzzFeed”, “UOL”, “Los Angeles Daily News”, “Getty Images”, “The Australian”, “ABC News”, “Sports Illustrated Magazine”, “Newsweek”, “Fox Sports”, “Diário Olé”, “Sporting News”, “Jornal Marca”, “Chicago Sports Weekly”, “L’Équipe”,

As dez fotografias selecionadas mesmo não sendo unanimidade entre as publicações pesquisadas, são referências incontestes de alguns dos momentos mais emblemáticos da história recente do esporte olímpico. Como em qualquer lista, o resultado é questionável. Sabe-se que, como a percepção, a opinião é algo individual. Eis, em ordem classificatória, as dez fotografias selecionadas baseadas nas publicações pesquisadas. (Carlos Willian Leite)

FONTE: REVISTA BULA

***

 Kristina Valjas

VEJA TAMBÉM

A revista Bula selecionou as dez fotografias mais emblemáticas 
dos Jogos Olímpicos de 2016. Confira as cinco primeiras.
http://orlandosilveira1956.blogspot.com.br/2017/03/fotografias-olimpiadas-12.html#comment-form

O PAPO FURADO DO CRUZADISTA E O LIVRO DO VELHO MARINHEIRO



Resultado de imagem para ilustração homem discursando no bar
IMAGEM: ISTOCK



Romualdo Bastos – o incansável fazedor de palavras cruzadas – estava impossível naquele começo de tarde. O bar do Carneiro, apinhado de gente, garantia audiência para sua falação. Não porque sua prosa interessasse aos presentes, mas porque aos presentes interessava tomar umas e outras, além de beliscar nacos de mortadela, de graça. Gente muito simples, sempre pronta, a clientela do Carneiro. Nessas ocasiões, o “intelectual” de Vila Invernada, como gosta de ser chamado, prefere não correr riscos. Abre a carteira, paga aos ouvintes umas rodadas disso e daquilo, garante alguns aplausos e, depois, sai para os abraços.      

Pela enésima vez, Romualdo Bastos descreveu em detalhes seu método de trabalho. Com ar sempre grave, enfatizava:

-- A curiosidade é a mola propulsora do saber. Um simples livrinho de palavras cruzadas é capaz de transformar a vida de uma pessoa. Desde, é claro, que ela se disponha a pesquisar, tenha disciplina e método.

Mas o pior estava por vir. Romualdo Bastos não poupou saliva para explicar à plateia, já meio tocada pela uca, o que, a seu ver, é a “função social” do escritor:

-- Não basta escrever bem. É preciso enfeitar o texto com citações, muitas citações. Mais que isso: é necessário transmitir mensagens edificantes. O bom autor não abdica do seu dever maior: orientar a sociedade. Escritores devem iluminar os caminhos do povo. Uma boa história não pode terminar sem a célebre “moral da história”. Nunca.

O Velho Marinheiro nem olhava para o orador. De costas estava para o falante, de costas permaneceu. De vez em quando, no entanto, anotava alguma coisa nas beiradas das páginas do jornal. O que aguçou a curiosidade de Ananias e do próprio Romualdo Bastos.

Findo o expediente, o tribuno de boteco acertou as contas com o dono do bar, abraçou os que ainda conseguiam ficar de pé e se foi, com o ego inflado.

Ananias quis saber do Velho Marinheiro o motivo de tantas anotações.

-- Vou escrever um livro. Já tem até título provisório: “As Besteiras de Romualdo Bastos”. Iluminar os caminhos do povo, moral da história. Nunca ouvi tanto desconchavo em tão pouco tempo. Francamente, Ananias.  (os)

***

LEIA TAMBÉM: DE CARTOLA E PINCENÊ

Ananias, o livro é a cara do autor. Romualdo deve ter escrito aquela porcaria caçando palavras difíceis no dicionário, para impressionar os incautos. É uma escrita de cartola e pincenê, se me entende. O que poderia ser dito num único parágrafo consome páginas e mais páginas. Romualdo também abusa dos gerúndios... Por Orlando Silveira
http://orlandosilveira1956.blogspot.com.br/2017/02/de-cartola-e-pincene.html#comment-form

AS CHARGES DO DIA



A imagem pode conter: texto
SPONHOLZ


 
AMARILDO



ALPINO - YAHOO NOTÍCIAS 


 Charge do dia 31/03/2017
 RONALDO - DIÁRIO DO COMMERCIO (PE)


 
 PAIXÃO - GAZETA DO POVO (PR)



 SAMUCA - DIÁRIO DE PERNAMBUCO


Nenhum texto alternativo automático disponível.
SPONHOLZ



BENETT - GAZETA DO POVO


POLÍTICA/OPINIÃO: AUGUSTO NUNES




Resultado de imagem para imagens lula "santo"
LULA: CAMELÔ DE EMPREITEIRA



O LULA DA ODEBRECHT: PAI E FILHO
DEMITEM O ESPÍRITO NADA SANTO

O que Emílio e Marcelo Odebrecht sabem de Lula
remeterá ao fogo do inferno o mais famoso integrante
da Safadíssima Trindade

Por Augusto Nunes
Veja.com – 30/03/2017

Ok, é importante saber como as coisas se deram no pântano do caixa 2, que a delação da maior empreiteira do Brasil vem ajudando a drenar. Mas o povo quer mesmo saber o que Emílio Odebrecht, seu filho Marcelo e os executivos metidos na ladroagem colossal têm a dizer sobre bandalheiras muito mais repulsivas que envolvem o governo lulopetista em geral e, em particular, o chefão que renega o que concebeu, finge ignorar o que pariu, finge não enxergar o que viu, nada tem embora muito possua e, mesmo soterrado por montanhas de provas dos crimes que ornamentam o portentoso prontuário, continua a proclamar-se a alma viva mais pura do mundo.

Qual foi o papel de Lula na montagem do que Celso de Mello qualificou de esquema criminoso de poder? Que proezas consumou durante a tentativa de captura do Estado que mobilizou figurões do PT, do PMDB e do PP, larápios fantasiados de diretores da Petrobras, ministros canalhas, doleiros vigaristas e outras sumidades das catacumbas fora da lei? Além da maior das estatais, do BNDES e da Eletrobras, quais foram os tentáculos do polvo federal algemados pela quadrilha que sonhava com a eternização no poder — e com a anexação de fortunas superlativas ao caixa das empresas e às contas no exterior dos receptadores das propinas? Como foi a metamorfose degenerativa que transformou Lula em camelô de empreiteira e no palestrante mais caro da história?

O país quer contemplar a derrocada moral de Lula pelos olhos de Emílio e Marcelo Odebrecht. As valiosíssimas caixas pretas do Petrolão guardam todos os detalhes das bandidagens que envolvem o mais famoso integrante da Safadíssima Trindade. Basta que pai e filho contem tudo o que sabem para que seja remetido ao fogo do inferno o espírito que de santo nunca teve nada.


POLÍTICA/OPINIÃO: JOSIAS DE SOUZA



Resultado de imagem para ilustração eduardo cunha
CUNHA: 15 ANOS E 4 MESES DE CADEIA



CONDENAÇÃO DE CUNHA
DESFAZ O TEATRO DO FORO

Sentenças como a que foi imposta a Cunha realçam
a ineficiência que faz do topo do sistema judiciário
uma espécie de paraíso para os salafrários da política

Por Josias de Souza
UOL – 30/03/2017| 23:03

A principal dúvida do Brasil em tempos de Lava Jato é: com foro ou com Moro? Ao condenar o ex-todo-poderoso da Câmara Eduardo Cunha a 15 anos e 4 meses de cadeia, Sergio Moro expôs involuntariamente o teatro em que se converteu o debate no Congresso sobre o fim do foro por prerrogativa de função, que assegura a congressistas e ministros o privilégio de serem julgados pelo Supremo Tribunal Federal. No momento, o chamado foro privilegiado soa como sinônimo de impunidade. E sentenças como a que foi imposta a Cunha realçam a ineficiência que faz do topo do sistema judiciário uma espécie de paraíso para os salafrários da política.

Convém dizer que o Supremo não precisa ser um Éden de criminosos. O próprio Sergio Moro, em debate na Comissão de Justiça Câmara, lembrou nesta quinta-feira que a Suprema Corte produziu condenações em série do julgamento do mensalão. O problema é que o Supremo não tem vocação penal. E a Lava Jato sobrecarregou o tribunal. Com a delação da Odebrecht, os criminosos de gravata estão saindo pelo ladrão nos escaninhos do Supremo.

Num instante em que outros personagens sem mandato — Lula, por exemplo — estão na fila da primeira instância com condenações esperando para acontecer, é nula a hipótese de o Legislativo eliminar ou atenuar o alcance do foro privilegiado. Se Eduardo Cunha ainda tivesse mandato parlamentar, estaria nos arredores dos cofres de Brasília, não trancafiado num xadrez de Curitiba. Sua condenação torna o acompanhamento do debate travado no Congresso muito divertido. Deputados e senadores discutem os malefícios do foro privilegiado como se brincassem de roleta-russa protegidos pela certeza de que manipulam uma sinceridade completamente descarregada.