sexta-feira, 30 de setembro de 2016

POLÍTICA/OPINIÃO: CLÁUDIO HUMBERTO


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SINFRÔNIO



DIÁRIO DO PODER
Por Cláudio Humberto
Em 30/09/2016




Triste evolução
Em 1994, quando foi criado o Fundo Partidário, partidos recebiam ao todo R$ 729 mil por ano. Em 2010, ano da eleição de Dilma, o valor disparou a R$160 milhões. Dilma quadruplicou o valor arrancado pelos partidos dos cofres públicos: em 2015 tomaram R$ 811 milhões.


Suspeita-se agora que prisão de Palocci vazou

Experientes policiais recomendam que a Lava Jato, se já não faz isso, investigue o possível vazamento da prisão de Antônio Palocci. É que o ex-ministro de Lula e Dilma parecia preparado, quando na segunda (26) a Polícia Federal bateu à porta do seu luxuoso apartamento, em São Paulo, ao amanhecer. Ele estava sozinho. Não havia familiares, como se eles tivessem sido poupados do constrangimento, tampouco empregados – à exceção da visita imprevista do tratador da piscina.

Preparado

Guido Mantega também parecia avisado da prisão: deu um jeito de sair de casa às 4h da madrugada para “acompanhar a mulher ao hospital”.

Ali não é SUS

Estranho, no caso Mantega, é que não era um hospital público e sim o “vip” Albert Einstein, onde não há filas de espera às 4h da madrugada.

Procedimento?

Logo após a prisão de Mantega, petistas espalharam que sua mulher faria “procedimento cirúrgico”, aliás, jamais confirmado pelo hospital.

Modelitos Curitiba

Assim como Mantega, que parecia preparado para viajar a Curitiba, Palocci tinha mala pronta e já estava vestido quando a polícia chegou.

Governo prepara pacote de ajuda aos Estados

Após encontro com governadores e secretários de Fazenda, o Planalto prometeu avançar, no Congresso, com pacote de medidas para solucionar a crise dos Estados. O governo federal assumirá o ônus político de propor emenda fixando limite para gastos com servidores, na PEC do teto dos gastos públicos. Com isso, o Congresso vai retirar do colo dos governadores o desgaste político junto ao funcionalismo.

Um de cada vez
Michel Temer atendeu pedido do presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Será um “tema polêmico” de cada vez. “Se o primeiro não passar, será uma sinalização ruim para os demais”, adverte o deputado.

Pensando bem...
...ultimamente nossos políticos se unem na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, nos palanques... e na corrupção.

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