quinta-feira, 19 de junho de 2014

NÚBIA NONATO

RELICÁRIO

Núbia Nonato

Devoto-te um beijo prolongado
cheio de promessas.
Despeço-me de ti abraçando-te
como um náufrago.
És um relicário onde deposito
em frêmitos os suspiros
de meus ais.







quarta-feira, 18 de junho de 2014

IMAGENS: CLÓVIS CAMPÊLO

IGREJA DE NOSSA SENHORA DO CARMO
Olinda, junho 2014
Fotografia de Clóvis Campêlo


BARCOS NA BACIA DO PINA
Recife, 2009
Fotografia de Clóvis Campêlo



NÚBIA NONATO

SEMPRE MAINHA

Núbia Nonato

Mainha tinha olhos de ver além,
enxergava belezura nas meninas
de seus olhos.
Somente para seus olhos...
Mainha perdia tempo lendo
as poesias nas paredes
escritas com carvão.
_Essa vai ser artista!
_Já essa é do feitio de casar.
Deixa estar que, se depender,
que se puder, dou pitaco no
destino, rabo de arraia no
azar.
Filha minha não há de sofrer!
Filha minha há de brilhar.
Ô mainha...se eu pudesse
daria rabo de arraia era na
morte!
Ô! Saudade...nossa eterna
sorte.







PROFISSÃO: REPÓRTER – CASOS E PERIPÉCIAS

O REPÓRTER E AS NOTÍCIAS

Joaquim Macedo Júnior


(Por Joaquim Macedo Júnior) Estava no momento errado, na hora errada e tive, muitas vezes, de noticiar a morte de figuras publicas, celebridades, políticos, artistas.

Como redator e noticiarista da Band-FM, no dia 8 de dezembro de 1994 (20 anos em 2014), caiu para mim anunciar a morte de Tom Jobim.

Mais que celebridade, gente famosa, Tom era a nossa melhor música desmaterializada.

Fiz um breve histórico (quase nada) do maestro e, sim, me incomodei muito com o que e como o locutor de FM iria repercutir aquilo. A boa música e a sensibilidade com o conhecimento musical de qualidade não era o forte daquela turma.

Morreu em Nova York, já depois de lutar tanto contra a mediocridade no Brasil. Foi o pior anúncio de morte que tive de fazer.

Minuto e meio após, a programação continuava em seu diapasão Zezé de Camargo e Chitaãozinho e Xororó.

Não aconteceu nada naquele dia.

www.imagensgratis.com.br



sábado, 14 de junho de 2014

CLÓVIS CAMPÊLO

CÂMARA CASCUDO

Clóvis Campêlo


Luís da Câmara Cascudo (Natal, 30 de dezembro de 1898 — Natal, 30 de julho de 1986) foi um historiador, antropólogo, advogado e jornalista brasileiro.
Passou toda a sua vida em Natal e dedicou-se ao estudo da cultura brasileira. Foi professor da Faculdade de Direito de Natal, hoje Curso de Direito da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). O Instituto de Antropologia desta universidade tem seu nome.

Pesquisador das manifestações culturais brasileiras, deixou uma extensa obra, inclusive o Dicionário do Folclore Brasileiro (1952). Entre seus muitos títulos destacam-se: Alma patrícia (1921), obra de estreia,Contos tradicionais do Brasil (1946). Estudioso do período das invasões holandesas, publicou Geografia do Brasil holandês(1956). Suas memórias, O tempo e eu (1971) foram editadas postumamente. Quase chegou a ser demitido por estudar figuras folclóricas como o lobisomem.

Foi monarquista nas primeiras décadas do século XX. Durante a década de 1930, combateu a crescente influência marxista no Brasil, e, em parte, sob a impressão causada pela assim chamada Intentona Comunista de 1935, quando Natal foi palco e sede da primeira tentativa de um governo fundado nas ideias marxistas da América Latina, Cascudo aderiu ao integralismo brasileiro e foi membro destacado e Chefe Regional da Ação Integralista Brasileira, o movimento nacionalista encabeçado por Plínio Salgado. Desencantou-se rapidamente com o Integralismo, tal como outro famoso ex-integralista, Dom Hélder Câmara, e já durante a Segunda Guerra Mundial favoreceu os aliados, demonstrando sua antipatia aos fascistas italianos e aos nazistas alemães. Fiel ao seu pensamento anticomunista, não se opôs ao Golpe Militar de 1964, mas protegeu e ajudou a diversos potiguares perseguidos pelos militares. Muito contribuiu para a cultura na gestão do Prefeito de Natal, Djalma Maranhão.

O conjunto da obra de Luís da Câmara Cascudo é considerável em quantidade e qualidade: ele escreveu 31 livros e 9 plaquetas sobre o folclore brasileiro, em um total de 8.533 páginas, o que o coloca entre os intelectuais brasileiros que mais produziram, ao lado de nomes como Pontes de Miranda e Mário Ferreira dos Santos. É também notável que tenha obtido reconhecimento nacional e internacional publicando e vivendo distante dos centros Rio e São Paulo.

Câmara Cascudo




sexta-feira, 13 de junho de 2014

BRUNO NEGROMONTE

NIREZ, 80 ANOS
Nirez, ou melhor, Miguel Ângelo de Azevedo, um dos mais respeitados conhecedores da música popular do Brasil e dono de um dos maiores acervos de discos de cera do país chega aos oitenta anos
Por Bruno Negromonte
Nirez como pesquisador e historiador é sem sombra de dúvidas um dos mais respeitados e notórios na área. Com um acervo composto por mais de 140 mil peças ao longo dos mais de cinquenta anos, o desenhista técnico, publicitário e radialista aposentado tornou-se não apenas um grande colecionador mais também um profundo conhecedor da história da música popular brasileira, sobretudo da primeira metade do século XX, assim como também da cidade de Fortaleza. Essa condição o colocou como frequente colaborador de diversos jornais de Fortaleza, tais como: Correio do Ceará, Tribuna do Ceará e O Povo; além de frequente fonte de pesquisa para artistas de todo o país que o procuram no bairro de Rodolfo Teófilo, mais precisamente  na Rua Professor João Bosco, 560 para eventuais consultas através do Museu Cearense da Comunicação (antigo Museu Fonográfico do Ceará). Conforme informações do próprio historiador, pela última contagem, o acervo conta com mais de 140 mil itens, dos quais cerca de 22 mil peças (mais precisamente os discos de ceraforam digitalizados graças a um convênio firmado com o Ministério da Cultura (Minc) e a Petrobras.
O acervo que conta com fotografias (prédios, logradouros, pessoas, solenidades, acontecimentos etc.); rotulagem (carteiras de cigarros, caixas de fósforos, sabonetes, perfumaria, alimentos, bebidas etc.); propaganda (anúncios, lápis e canetas de divulgação de produtos etc.); DVDs (filmes, documentários, registros de palestras etc.); 600 LPs (vinil – todos em MP3, por exemplo); dezenas de fitas (cassete e rolo); partituras musicais (hinos, música popular e algumas eruditas); 15 rolos fonográficos entre outros contam um pouco da história não apenas do Estado do Ceará mais boa parte da cena musical da primeira metade do século passado. Por seu trabalho, Nirez recebeu inúmeros prêmios e reconhecimentos. Ao longo deste mês Miguel Ângelo de Azevedo, um dos grandes guardiões da memória cultural do nosso país, está chegando aos 80 anos e eu, através do Blog do Lando, tenho a oportunidade de registrar aqui em nosso espaço uma informal conversa com este homem que, além de colecionador, é também autor de obras como "Enciclopédia da Música Popular Brasileira", "Cronologia Ilustrada de Fortaleza", "Fortaleza de ontem e Hoje" entre outros. Figura ímpar no cenário cultural nacional, Nirez pode ser considerado hoje como um dos grandes baluartes da cultura brasileira, principalmente se levarmos em consideração a sua dedicação décadas a fio em manter viva a chama de uma arte tão rica quanto a brasileira. Essa sua, digamos, mania de colecionar as coisas vem desde que época? Em sua infância já manifestava-se o seu interesse neste sentido? Nirez - Sim, desde tenra idade sempre gostei de fazer coleções de figurinhas, carteiras de cigarros, caixas de fósforos, etc, mas não guardava, me desfazia com facilidade das coleções. Só vim fazer isso seriamente a partir dos 20 anos de idade. E o seu interesse por música vem desde que época? Quais são as suas maiores reminiscências nesse sentido?Nirez - Em 1939, quando eu tinha cinco anos de idade, meu pai recebeu, por troca de um trabalho, um gramofone com vários discos e aquilo me encantou e eu decorei o aspecto de todos os discos, de forma que ainda hoje, ao escutar um deles me vem, imediatamente, a imagem do aspecto do disco.
Você deu início a sua coleção de 78 rpm em 1954, em uma década em que já começava a se popularizar os LP's em seus mais diversos formatos em detrimento ao segmento que você decidiu colecionar. Houve na época quem acreditasse que você rapidamente desistiria dos discos de cera e migraria para os LP's? 
Nirez - Na verdade ninguém acreditava no sucesso do LP, primeiramente porque eles não tocavam nos antigos aparelhos; outros, porque mesmo as músicas mais antigas vinham em novas interpretações e ninguém jamais pensou que os 78 rotações sairia do mercado. Pensava-se que ficariam as duas formas para sempre à venda. Logo depois surgiram os compactos e os 45 rotações, de forma que pensava-se que todas as formas ficariam. 
Nestes 60 anos em busca da preservação da memória cultural cearense e brasileira quais as maiores dificuldades encontradas para manter-se neste propósito?
Nirez - Quando iniciei pouca gente escrevia a respeito das antigas gravações, dos compositores, intérpretes, etc. Os críticos só cuidavam de jazz, música de boate, sucessos contemporâneos, etc. Era muito difícil a aquisição de peças raras. Depois foram surgindo reedições de livros, novos críticos interessados em nossa música, associações de pesquisadores, passamos a ser vistos com mais respeito, a Funarte deu uma boa ajuda na publicação de obras biográficas e discográficas, etc.
Uma curiosidade que cerca a todos que tem oportunidade de tomar conhecimento do seu acervo é de como começou tudo isso. Você poderia nos dizer como se deu o início dessa coleção? Foi a partir de que peça?
Nirez - Quando aniversariei em 1954 (20 anos) um amigo me ofertou um toca discos, pois sabia ser eu um apaixonado por música e a partir daí procurei adquirir discos para ouvir; foi quando percebi que eu não gostava da música da minha época, comprei uns 15 discos e parei. Descobri então os discos de reedição e passei a comprar antigas gravações das décadas de 1920, 1930 e 1940. Também comprei discos de segunda mão nas calçadas, sebos, etc, onde consegui muitas raridades. E a coisa foi crescendo e quando me vi cercado de nomes estranhos eu quis saber quem eles eram e procurei a literatura a respeito e formei uma biblioteca especializada no assunto. Depois procurei fotos a respeito do assunto a aí deparei-me com outro tipo de foto, da cidade, formando nova coleção. Em 1963 coloquei no ar o programa "Arquivo de Cera", que ainda hoje está no ar, onde eu presto uma homenagem ao cantor, compositor, musico aniversariante do dia, quer seja de nascimento ou morte. E assim vem sendo até hoje. O programa já passou por várias emissoras de rádio e hoje está na Rádio Universitária FM.
Dentre os 22 mil discos do acervo de 78 RPM existe a predileção por algum? Qual(is) seria(m) aquele(s) que você destacaria?
Nirez - Gosto muito tanto dos discos da década de 30, que considero a época de ouro de nossa música como gosto do chamado período heróico, que foi o início, com gravações mecânicas de modinhas, dobrados, lundus, schottisch, polcas, mazurcas, que são de uma doçura inexplicável. Não tenho preferência por nenhum em particular. Com o tempo, analisando, colocando as coisas em seu devido tempo, perde-se essa história de preferência por cantor, compositor, orquestra, músico, etc. O importante é a peça musical que nos agrada.
O povo brasileiro tem a fama de ter a memória curta. Em sua opinião enquanto pesquisador e colecionador se dá devido a algum fator específico?
Nirez - Somos um país ainda de terceiro mundo, não temos o direito de ser saudosistas. Você vê que um beijo em filme ou na televisão tem que ter uma música americana como fundo, NUNCA uma brasileira. Só se ama em inglês. O americano se dá ao luxo de lançar uma coleção de discos homenageando os grande compositores e intérpretes de lá, com gravações originais; nós fazemos aqui uma imitação, porém com gravações recentes porque nos enoja usar as originais. E o trabalho perde seu valor. 
Você, ao lado do pernambucano Leon Barg (dono do selo Revivendo e falecido em 2009) são, sem sombra de dúvidas, os maiores responsáveis pela preservação da memória musical brasileira registrada na primeira metade do século XX. Vocês mantinham alguma relação de amizade?
Nirez - Sim, fomos grandes amigos e eu me sentia na obrigação de podendo, completar sua coleção no que me fosse possível. Ele vinha na minha casa, via os discos que lhe interessavam e levava. Nós nunca trocamos um disco sequer. O disco que lhe interessava eu dava a ele, em contrapartida, quando eu ia à sua casa ele me presenteava com dezenas de raridades. Foi uma pena seu desaparecimento, A cultura nacional perdeu muito com isso.
Você hoje considera-se um homem realizado?
Nirez - Eu acho que ninguém deve se achar realizado. O homem que assim pensa ele se acomoda e deixa de produzir. Sempre acho que falta muito para eu fazer e o que eu pensei fazer não cheguei a concretizar.
Qual o maior presente que você ainda gostaria de ganhar ao longo dessa comemoração de seus 80 anos?
Nirez - É muito bom o reconhecimento. Não desejo mais do que isso. Obrigado.
Serviço
Arquivo Nirez:
Rua Professor João Bosco, 560, Rodolfo Teófilo
Telefones: (85) 3281-6949 (à noite) / (85) 9982-6439
e-mail: nirez@terra.com.br
Museu da Imagem e do Som do Ceará (MIS-CE):
Av. Barão de Studart, 410 – Meireles
mis@secult.ce.gov.br
Visitas com grupos e pesquisa ao acervo: (85) 3101.1206
Aberto de segunda a sexta, de 8h às 17h.

DALINHA

A CANTADA E A PICADURA

Dalinha Catunda


A noite estava tão fria
Cedinho fui me deitar
Liguei a televisão
Antes do sono chegar
De cama sempre fui boa
Deito e durmo à toa
Não posso nem me queixar.

***

Deixei a janela aberta
Suave brisa a entrar
Era um convite ao sono
Chegava a me embalar
Eu já estava cochilando
E dei com você zanzando
Doidinho pra me pegar.

***

Joguei o lençol nas coxas
Tentei cobrir o restante
Porém você me rondava
Com seu cantar irritante
Eu quase fui à loucura
Ao sentir a picadura
No seu vai e vem constante.

***

No auge do sofrimento
Não pude conter o grito
Dei um tapa e no segundo
Eu acertei o mosquito
Que todo ensanguentado
Estrebuchava a meu lado
Eu me vinguei do maldito!






quinta-feira, 12 de junho de 2014

DEOLINDA NA COPA

LAN

E lá vinha ela como sempre, cheia de graça, lascívia em pessoa, short bem curtinho e branco, camiseta do Brasil amarrada acima da cintura, bonezinho, umbigo de fora, salto alto. Pra realçar as ancas. Descendo a ladeira como quem vai para o abate, com a satisfação de quem adora ser abatida – e abater.

Deolinda, Deolinda. Sonho de consumo dos machos de Vila Invernada.

No Bar do Carneiro, a turma de sempre esquentava os tamborins. Ninguém é de ferro. Dia de estreia da seleção na Copa do Mundo, é sempre dia tenso. Alguém avisou:

-- Olha a Deolinda, gente!

Tacos repousaram sobre o pano verde. O baralho foi deixado de lado. Até quem nunca bebeu, bebeu. A porta do bar ficou entupida de admiradores. Alguém disse nunca ter visto duas “brazucas” daquelas ameaçando desertar da blusa colada e do sutiã três números a menos. Outro não deixou de registrar a beleza da “caxirola” de Deolinda. Mas a palavra definitiva veio de quem menos se esperava – do sempre acanhado Carneiro, dono da espelunca:

-- Nada se iguala ao “fuleco” de Deolinda, nada!


acaatinga.org.br






OBRIGADO, ZAGALLO!




Por Milton Neves e Rogério Micheletti,
Do site TERCEIRO TEMPO

Um dos maiores vencedores da história do futebol mundial e um dos nomes mais respeitados no esporte, Mário Jorge Lobo Zagallo, o Zagallo, hoje mora no Rio de Janeiro (RJ) e NÃO está aposentado. Ele espera por um convite para voltar a trabalhar com futebol.

Em 5 de novembro de 2012, uma dura perda para o "Velho Lobo": Alcina Zagallo, com quem era casado desde 1955, morreu no Rio de Janeiro, vítima de insuficiência respiratória.
Nascido no dia 9 de agosto de 1931, em Maceió (AL), Zagallo foi criado no Rio de Janeiro e começou a carreira jogando na ponta-esquerda do América, em 1950.

Considerado moderno para o seu tempo, já que era um ponta que ajudava bastante o meio-de-campo, Zagallo começou a fazer sucesso com a camisa do Flamengo, clube que defendeu entre os anos 1951 e 1958.

Depois do Fla, o dublê de ponta e meio-campista foi defender o Botafogo, que tinha ainda outras feras como Garrincha, Didi, Nílton Santos e companhia.

Mesmo tendo grande concorrência, entre eles Pepe, do Santos, e Canhoteiro, do São Paulo, Zagallo venceu a briga pela ponta-esquerda também na seleção brasileira. Ele foi o titular nas vitoriosas campanhas dos mundiais de 1958 e 1962.

Outros títulos conquistados por Zagallo como jogador foram os cariocas de 1953, 54 e 55, os três pelo Flamengo, e de 1961 e 1962, ambos pelo Botafogo.

Como treinador, Zagallo também seguiu vencendo. Comandou a inesquecível seleção brasileira de 70, vitoriosa na Copa do Mundo do México. Ainda dirigiu o time canarinho na Copa de 74, quando o time brasileiro foi eliminado pela Holanda, de Cruijff, na semifinal.

Ultrapassado para alguns, pé-quente e competente para outros, Zagallo retornou a trabalhar pela seleção brasileira na década de 90. Ao lado de Parreira, o técnico, Zagallo, como coordenador, levantou mais um caneco: campeão da Copa de 94, nos Estados Unidos.

O orgulho de Zagallo sempre foi ter participado dos quatro mundiais vencidos pelo Brasil e por pouco ele não foi não pentacampeão. Como técnico, mais uma vez, ele dirigiu o time vice-campeão na Copa do Mundo da França, em 98.

Idolatrado por grandes técnicos

Além de Parreira, seu companheiro nos mundiais de 1970, 1994 e 2002, Zagallo serve como inspiração para outro treinador de ponta do futebol brasileiro: Vanderlei Luxemburgo. "O Zagallo foi disparado o melhor treinador que eu vi. Em seguida, vem o Ênio Andrade", comenta Luxemburgo.

Em 09 de abril de 2011, foi anunciado como embaixador das categorias de base do Botafogo-RJ.








FONTE: PLACAR/ABRIL
Da esquerda para a direita: Garrincha, Didi, Pelé, Vavá e Zagallo
Copa de 1962









IMAGENS: CLÓVIS CAMPÊLO

MENINO VENDENDO CARANGUEJO
Goiana/PE, Praia de Ponta de Pedra, 1994

Fotografia de Clóvis Campêlo



IGREJA MATRIZ DE SANTO ANTÔNIO
Recife, fevereiro 2013
Fotografia de Clóvis Campêlo