segunda-feira, 18 de julho de 2016

OS QUADROS MAIS FAMOSOS DO MUNDO (1/6)


Mona Lisa de Leonardo Da Vinci
Mona Lisa, de Leonardo Da Vinci,
1503–1517
Também conhecida como A Gioconda (em italiano, La Gioconda, "a sorridente"), é a mais notável e conhecida obra de Leonardo da Vinci, um dos mais eminentes homens do Renascimento italiano. O seu sorriso restrito é muito sedutor, mesmo que um pouco conservador. O seu corpo representa o padrão de beleza da mulher na época de Leonardo. Este quadro é provavelmente o retrato mais famoso na história da arte, senão, o quadro mais famoso e valioso de todo o mundo. Poucos outros trabalhos de arte são tão controversos, questionados, valiosos, elogiados, comemorados ou reproduzidos. 
Fonte: http://obviousmag.org/



Luncheon of the Boating Party por Pierre Auguste Renoir
Luncheon of the Boating Party, 
Pierre Auguste Renoir, 1881 

Luncheon of the Boating Party, Pierre Auguste Renoir, 1881 A pintura retrata um grupo de amigos de Renoir relaxando em uma varanda ao longo do rio Sena. Nesta pintura Renoir conquistou a alegria da classe média do final do século 19 na França, é uma pintura viva que traz felicidade e emoção para qualquer sala. 
Fonte: http://obviousmag.org/



CHARGES: LULA E DILMA NAS OLIMPÍADAS, SEGUNDO SPONHOLZ

















Roque Sponholz é arquiteto, urbanista, 
professor universitário, 
chargista, caricaturista e cartunista 




QUASE HISTÓRIAS


LUGARDEMULHER.COM.BR


E O AMOR SAIU PELA JANELA (III)

-- Quer saber, Osvaldo?

-- Não, Maria. Não quero saber de nada.

-- Mas vai saber mesmo assim.

-- O que foi dessa vez, mulher?

-- Querido: se não fosse sua arrogância, sua vaidade, hoje, estaríamos bem de vida.

-- Arrogância, vaidade!?

-- Claro. Você trabalhou com tanta gente importante, mas nunca pediu nada a ninguém, uma promoção, um bom emprego para os filhos. Por arrogância.

-- Não é verdade. Toda vez que pedi, deram de ombros.

-- Só que todos os que trabalhavam com você progrediram. E a gente sempre na pior.

-- E a vaidade? Onde ela entra?

-- Ganhava tapinha nas costas, recebia um elogio qualquer e chegava em casa todo pimpão. Você foi um idiota.

-- Nesse ponto, Maria, você está certa. (OS)



INSTANTES: ANA ANDRADE

Não há lágrima
que abafe o silêncio
de uma despedida sem plurais!


***

VERSO VAZIO

Neste quarto sonolento
esgotam-se as horas
vertendo saudades:
entre os meus dedos
um dueto de cores,
inscreve-se na memória
onde desenho a tua nudez,
leve transparência
que se alimenta na distância...
cativa que sou
dos olhares exilados,
onde recolho os silêncios
que se enroscam
num manto de emoções.
Ainda assim
minha alma arde...
num luminoso chamamento
entre o real e o sonho,
querendo-te
meu ombro de ternura
eternidade consentida
sempre que o teu nome,
escorre na carícia
em que te pertenço:
- de tristeza amarga,
meus lábios se fecham
e uma despedida
sem compromisso,
perde-se no labirinto
de um verso vazio.

ANA ANDRADE

POLÍTICA/OPINIÃO: RICARDO NOBLAT



DILMA, SEM PLANOS PARA VOLTAR

(Por Ricardo Noblat) Era a terceira vez que o mesmo grupo de seis senadores contrários ou indecisos quanto ao impeachment se reunia no Palácio do Alvorada com a presidente Dilma Rousseff desde que ela fora afastada do cargo em abril último.

Foi no fim da tarde da quarta-feira passada, dia em que Rodrigo Maia (DEM-RJ) se elegeu presidente da Câmara dos Deputados para completar o mandato de Eduardo Cunha. O tempo começava a esfriar do lado de fora do palácio.

Dentro, o tempo esquentou quando o senador Cristovam Buarque (PPS-DF), o único indeciso do grupo, perguntou a Dilma como seria um eventual governo dela caso o impeachment, em agosto próximo, acabasse derrotado pelo Senado.

Os demais senadores demonstraram interesse pela resposta – Roberto Requião (PMDB-PR), Lídice da Mata (PSB-BA), João Capiberibe (PSB-AM), Randolfo Rodrigues (REDE) e Elmano Serra (PTB-PI). Sentados, alguns se acomodaram na ponta das cadeiras.

Dilma não respondeu. Então Cristovam insistiu: “Antes do afastamento, a senhora chamou Lula para assumir a chefia da Casa Civil. A nomeação dele sinalizava um novo rumo para o governo. E se a senhora voltar, como será?”

Dilma evitou responder. Fez um comentário qualquer que, mais tarde, nenhum dos senadores soube reproduzir. Cristovam retomou a palavra e deu uma sugestão: “Por que a senhora não renuncia à presidência, e desafia Temer a fazer o mesmo?”

Macia até ali no trato com os visitantes, Dilma irritou-se com a sugestão e reagiu elevando o tom da voz: “Renúncia, não. Não haverá renúncia. A renúncia me diminuiria. E seria uma traição aos companheiros que lutam contra o golpe”.

Cristovam ainda insistiu: “Veja, não digo que a senhora deva renunciar primeiro para só depois desafiar Temer a fazer o mesmo. A senhora poderia publicamente propor a Temer uma renúncia conjunta para que o povo possa eleger um novo presidente”.

Dilma descartou a ideia. E começou a falar sobre uma carta aos brasileiros que pretende divulgar em breve. Nela, insiste em chamar o impeachment de golpe. E propõe a realização de um plebiscito sobre a antecipação da eleição presidencial de 2018.

Plebiscito não é iniciativa do presidente da República. Somente o Congresso, diz a Constituição, pode convocar um plebiscito. Dilma, portanto, estaria acenando com algo que não depende dela. Sua oferta seria igual a um suspiro.


RICARDO NOBLAT
http://noblat.oglobo.globo.com/

A reunião dos senadores com ela deu em nada como as anteriores haviam dado em nada também. Dilma não imagina voltar ao cargo, hoje ocupado pelo vice Michel Temer. Na verdade, sequer gostaria de voltar ao cargo. Faltam-lhe para isso condições, planos e vontade.

Quando da instauração pela Câmara do processo de impeachment, Lula e o PT até examinaram a hipótese de ela renunciar para que o partido pudesse logo passar à oposição ao governo Temer. Dilma bateu o pé e não renunciou.

Sempre teve claro que o melhor para ela seria agarrar-se ao discurso do golpe e simular uma resistência para efeito do público externo.  Lula e o PT foram a reboque dela. E sentem-se, agora, aliviados por não ter mais que defender obrigatoriamente Dilma e o seu governo.

Dilma, Lula e o PT contam os dias que faltam para que chegue ao final essa fase infeliz de suas trajetórias. A fase infeliz de Dilma chegará mais rápido. Ela irá para o exílio em Porto Alegre, sem poder se candidatar a nada por oito anos.


A fase infeliz das trajetórias de Lula e do PT não chegará ao fim tão cedo.

IMAGENS: GUIGNARD


Bambus
Bambus (1937)
Reprodução fotográfica: autoria desconhecida



Orquídeas
Orquídeas (1937)
Reprodução fotográfica: Pedro Oswaldo Cruz


Os Noivos
Os Noivos (1937)
Reprodução fotográfica: Pedro Oswaldo Cruz


Serra de Itatiaia
Serra de Itatiaia (1940)
Reprodução fotográfica: Pedro Oswaldo Cruz


As Gêmeas

As Gêmeas (1940)
Reprodução fotográfica: autoria desconhecida



Alberto da Veiga Guignard (1896/1962) foi pintor, professor, desenhista, ilustrador e gravador. Sua produção compreende paisagens, retratos, pinturas de gênero e temática religiosa. Guignard marcou seu nome na história da arte como o grande paisagista do modernismo brasileiro. 

Fonte: Enciclopédia Itaú Cultural

RAPIDÍSSIMAS

INTERNET


O TEMPO

Dizem que ele ensina. Mas, salvo engano, muita gente se recusa a aprender.

ANTEVÉSPERA

-- Que saco, ainda tem um amanhã pela frente!

OBRIGADO, SENHOR

Não escrevi nada, não aborreci ninguém.

TRISTEZA

Essa porcaria finge que vai pra sempre. Mas sempre volta.

MORRA NÂO, MEU BEM

Morrer é lástima. Nada sem volta presta.

CAZUZA

Amou muito, desamou com igual intensidade. Bipolar? É provável que sim. Exagerado? Com certeza.

INTERNET

CIRCO

Todo palhaço é trágico.


COISAS DA VIDA

WWW.COLORIRGRATIS.COM

COISAS DO NORDESTE

(Por Violante Pimentel) Mariana acabara de chegar para morar em Natal, com a família, vinda do Rio de Janeiro. O pai, que era Militar da Marinha, fora transferido para servir na Base Naval desta capital.

O casal procurou logo matricular Mariana e os dois irmãos num dos melhores colégios da cidade, que ficava a poucas quadras da residência militar.

Todos tentavam se adaptar à nova capital, onde para eles tudo era novidade. As crianças estavam gostando muito de Natal, da casa e do colégio. O pai também estava satisfeito em servir na Base Naval de Natal. Uma semana de folga ajudara na organização da rotina que teriam que cumprir.

Os primeiros dias passaram rapidamente, e as crianças demonstravam estar gostando do colégio. Os livros foram comprados, o uniforme foi providenciado, e logo começaram a se entrosar com os colegas de turma. Mariana, a mais velha, fez logo amizade com algumas meninas.Tudo estava na mais perfeita ordem e todos estavam satisfeitos com a nova experiência de morar num Estado diferente.

Na segunda-feira da terceira semana, a dona da casa, Angélica, deixou as crianças na escola e voltou para cuidar dos afazeres domésticos.  Antes de onze horas, a filha Mariana entrou em casa, descabelada e chorando alto, chamando pela mãe:

-Mamãe, na escola querem que eu faça um negócio estranho na aula de Educação Física!!!

-Calma, filha. O que aconteceu?

-O professor falou que nós íamos fazer uma coisa muito feia. Uma tal de bunda-canastra! Mãe, isso deve ser coisa muito ruim! Fugi da escola e vim correndo até aqui!!!

Indignada com o relato da filha, Angélica voltou com ela à escola, indo direto à sala da Diretora.

- Por favor, Sra. Diretora, quero saber por que o professor de Educação Física desrespeitou minha filha, dizendo que ela iria fazer uma tal de "bunda-canastra"!

Foto do perfil de Violante Pimentel
Violante Pimentel é procuradora 
aposentada do Rio Grande do Norte

Dona Francisca, orientadora pedagógica que se encontrava com a Diretora, conduziu mãe e filha à quadra coberta, onde as crianças faziam atividades físicas.

- Veja, Dona Angélica! Bunda-canastra é isso! É o mesmo que cambalhota. É uma volta que se dá no corpo, de frente, uma espécie de rolamento, girando e voltando para a posição inicial.

Mariana, olhando desconfiada para a mãe, dirigiu-se ao local, onde suas colegas de turma realizavam os exercícios indicados pelo professor de Educação Física. Timidamente, juntou-se ao grupo e entrou no ritmo da "bunda-canastra".    

Angélica combinou com a filha que não contariam nada ao pai, sobre o mico que haviam pago naquela manhã.

Sem graça, quando voltavam para casa, as duas confidenciavam:

Bunda-canastra!!! Que palavra estranha! Parece coisa feia!!!

E guardaram para si esse segredo hilário!!!



CHARGES



SPONHOLZ


Dilma reclamando que nao tem cherge dela nos jornais deu motivo anos
AMARILDO



Charge (Foto: Chico Caruso)
CHICO CARUSO




BENETT - GAZETA DO POVO





DUKE - O TEMPO





AROEIRA




PAIXÃO





Quadrilha ES taxa terreno de marinha saude seguranca e mentira B
AMARILDO






ALPINO


COLUNA DO CLÓVIS


SOLIDÃO


Definitivamente perdido
entre o escuro da imensidão
e feixes fugidios de luz,
entre o azul terrestre e
o vermelho marciano,
entre as luas de Saturno
e o brilho dos
teus olhos,
entendi que a solidão
é o desencontro da raça
e o encontro do ser.
Haverá um momento
em que só teremos
a nós mesmos
para decifrar os
mistérios do mundo
e de nada valerá a
ilusão da consciência
coletiva.


Recife, 2010
Por Clóvis Campêlo