quarta-feira, 6 de abril de 2016

COISAS DA VIDA


A TROCA

(Por Violante Pimentel) Toninho era um homem de quarenta e cinco anos, boêmio e namorador. Vivia apaixonado. Separado da mulher, tinha desistido de se amarrar novamente. Gostava de paixões violentas e aventuras amorosas complicadas.

Mulher casada infiel, se fosse bonita e gostosa, era com ele mesmo. Bonitão, insinuante e devorador de livros, era um excelente advogado.

Em um dos melhores restaurantes de Natal, conheceu Rosalinda, quando ela e Damião, o marido, saboreavam um opíparo almoço.

A mulher, loura, nova e bonita, dona de um corpo escultural, cravou-lhe os olhos verdes, e Toninho se sentiu fortemente atraído por ela. Flertaram abertamente, e o marido, almoçando de cabeça baixa, nem ao menos percebeu a troca de olhares entre os dois. Em certo momento, aproveitando a ida do marido da beldade ao banheiro, o conquistador Toninho arranjou um jeito de passar pela mesa do casal. Discretamente, entregou à mulher o seu cartão de apresentação, com telefone e endereço. Ela o guardou imediatamente.

No dia seguinte, Rosalinda lhe telefonou e os dois combinaram um encontro. Brotou entre eles uma violenta paixão. Tornaram-se amantes, passando a se encontrar durante o dia, no horário em que o marido, que era dentista, encontrava-se no consultório.

Por coincidência, tanto o marido traído, como o conquistador, eram míopes e usavam óculos com lentes pesadas, as chamadas “fundo de garrafa”. O tempo passou, e o romance se estendeu por meses.


Violante Pimentel é procuradora 
aposentada do Rio Grande do Norte

Sem qualquer escrúpulo, Rosalinda traía o marido, desde que com ele se casou. Muito absorvido pelo trabalho, Damião não imaginava que estivesse sendo vítima de infidelidade. Os amigos já haviam tentado lhe falar sobre os boatos maldosos que circulavam na cidade, mas Damião cortava o assunto, dizendo que isso tudo era inveja, por causa da beleza da sua esposa. Não se cansava de dizer que ela era uma santa.

O casal ainda não tinha filhos, pois a mulher dizia que, por enquanto, não queria deformar o seu belo corpo.

Num certo dia, Damião viajou para um congresso de Odontologia em Fortaleza (CE), e avisou à esposa que somente estaria de volta no domingo à tarde.

Feliz da vida, Rosalinda deu o sinal verde para que, no sábado, o namorado viesse encontrá-la em sua própria casa. A farra foi grande. Foi um início de tarde maravilhoso, e tinha tudo para ser uma tarde inesquecível. O sabor do fruto proibido contribuiu para isso. Afinal, eles usavam a própria cama onde Rosalinda e o esposo dormiam.

Mas a vida apronta grandes surpresas…

O marido de Rosalinda, sem qualquer aviso, e pensando em agradá-la, antecipou sua volta para o sábado.

Quando menos esperavam, os amantes foram surpreendidos, pelo barulho do carro do dono da casa, entrando na garagem. Apavorados, pularam da cama. Toninho fugiu pela janela do quarto, somente de cueca, levando nos braços a calça e a camisa. Correu e tocou a campainha da casa do vizinho, Arnaldo, seu amigo de infância. Como era sábado, a rua estava deserta. Arnaldo perguntou quem era e, reconhecendo a voz de Toninho, abriu-lhe a porta. Dentro da casa do amigo, Toninho terminou de se vestir e, bastante nervoso, já se preparava para ir embora, quando pôs no rosto os óculos que trazia nas mãos. Notou, então, que aqueles óculos não eram os seus. Estava sem enxergar absolutamente nada, pois usava um grau muito mais forte do que aquele.

A ficha, então, caiu!!! Ele trocara os seus óculos pelos óculos do marido da amante!!!

Toninho, então, implorou ao amigo, para que fosse, urgentemente, à casa do desventurado dentista, destrocar os óculos!!! Arnaldo, que conhecia muito bem os riscos a que se expunha Toninho, nas suas perigosas aventuras amorosas, mesmo vendo a sua aflição, recusou-se a atendê-lo. Naquela hora, isso seria coisa de louco! Humanamente, impossível!!!

Nessas alturas, o pau já estava quebrando na casa do dentista, que não teve mais como ignorar a traição da mulher. Teve que se convencer de que, realmente, era um “cornudo”.

Garrafas de vinho, taças, petiscos, cama desarrumada, roupas pelo chão, um cinzeiro com restos de cigarro, quando nem fumantes ele e a esposa eram, enfim, todo um cenário que denunciava uma cena de adultério.

Para completar, Damião, o marido traído, pegou os óculos de lentes “fundo de garrafa”, que estavam na sua mesa de cabeceira, e viu que não lhe pertenciam. Com toda a certeza, pertenciam ao homem que saíra correndo da sua casa, e que, sem dúvida, era o amante da sua mulher.

Desta vez, não havia como tapar o sol com a peneira. O dentista não podia mais tentar se enganar. Contra fatos, não há argumentos. O casal se separou mesmo!!!

E o conquistador mudou-se para outra capital.







terça-feira, 5 de abril de 2016

CHARGES: DIRETO DA "BESTA"

JORNAL DA BESTA FUBANA


miguel_-_05_-_04_-_2016
MIGUEL – JORNAL DO COMMERCIO (PE)


AUTO_pater
PATER – A TRIBUNA (ES)




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S. SALVADOR – ESTADO DE MINAS






AUTO_pelicano
PELICANO – TRIBUNA (SP)




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PISSARDINI – CHARGE ONLINE







benett
BENETT – GAZETA DO POVO (PR)




duke
DUKE – O TEMPO (MG)




moises_-_05-04-2016
                                                                MOISÉS – BLOG DO NOBLAT

IMAGENS: MESTRE VITALINO


Homem com cestos - homenagem mestre Vitalino - exposição Forum da Cultura (Foto: Divulgação)
HOMEM COM CESTOS




RETIRANTES



CAMINHO PRA ROÇA



Noivos a Cavalo
NOIVOS A CAVALO

















Vitalino (1909-1963) foi um artista popular brasileiro. 
Seu estilo é copiado por muitos artesãos no Brasil.

Vitalino Pereira dos Santos nasceu em Caruaru. 
Filho de lavrador e de uma artesã que fazia panelas de barro, 
aprendeu o ofício com a mãe e usou os restos do barro
 para fazer pequenos animais e vendê-los na feira.

Em 1930, começou a trabalhar com modelos humanos. 
Ofereceu seus trabalhos na feira de Caruaru, 
o que tornou maior a movimentação no lugar. 
Deve-se à Vitalino o aumento de turistas e visitantes 
na cidade de Caruaru, 
além da cidade levar o nome de “capital dos ceramistas”.

Em 1947, o pintor Augusto Rodrigues tomou conhecimento
 da arte de Vitalino  e organizou no Rio de Janeiro
 a 1ª Exposição de Cerâmica Pernambucana, 
evento que deu fama à Vitalino.

Das obras catalogadas de Vitalino, destacam-se as peças: “
Casa de Farinha”, “Zabumba”, “Lampião e Vaquejada”.

Morreu em Caruaru, em 1963. 
É considerado um dos maiores artistas da história da arte do barro no Brasil. 
(Fonte: e-biografias)


INTERNET

RAPIDÍSSIMAS



CUSTO X BENEFÍCIO

Depois de quarenta anos de casado, trocou a velha jararaca por uma gatinha siamesa. Ganhou uma alegria estridente e um monte de galhos.

ZAS-TRÁS

O pensamento pensa ligeiro demais, atropela o tempo, nada resolve.

DE PAI PARA FILHO

-- Jurubebinha: o papai já não lhe disse que menino bonzinho nunca deixa bebida no copo?

DOIS PALITOS

Matuto, engole as ideias sem matutar. Só faz besteiras.






AMOR X PAIXÃO

O primeiro pode ser pio; a segunda não: é cio.

CAMA DE CASAL

Dormir é o destino menos nobre que se dá a esse treco.

BURRICE


Ele não desanima nunca. Mais por teimosia que por convicção.

POLÍTICA/OPINIÃO: FERNANDO GABEIRA


  
O GLOBO – 03.04.2016

CONTAGEM REGRESSIVA

Começou a contagem regressiva para a queda de Dilma. Abril será um mês terrível para o governo que, por sua vez, tentará transformá-lo em terrível para todo o Brasil. Foi uma semana intensa de trabalho. Presenciei alguns dos principiais episódios: saída do PMDB, entrega de dois milhões de assinaturas pedindo dez medidas contra a corrupção e, sobretudo, as audiências da Comissão do Impeachment.

Nela, os dados estão lançados. Há uma expressiva maioria a favor da queda de Dilma. Só um milagre, desses bem poderosos, poderá mudar o jogo. Sabendo previamente do resultado, os deputados jogam para cumprir tabela, preocupados apenas em agradar sua plateia. Eles se enfrentam com cartazes, contra ou a favor do impeachment. Quando isso acontece, de um modo geral, eles querem dizer que não há muita discussão possível, nem grandes esperanças na troca de argumentos. Se a vitória do impeachment é quase certa na comissão, a contagem dos votos no plenário ainda não autoriza uma previsão tão nítida. O governo sempre poderá atrair deputados não para o voto contra, mas para a abstenção. É mais fácil negociar esta saída com eles. Não se desgastam tanto com a opinião pública, podem apresentar uma desculpa.

Em quase todas as votações decisivas, um grande número de deputados fica em seus gabinetes, à espera dos momentos finais. Os deputados que vendem sua abstenção são mais sutis que os defensores abertos do governo. Alguns deputados da base, sobretudo os do PT, não têm outro caminho, exceto votar por Dilma. O máximo que pode acontecer é perder alguns votos, sem contudo contrariar aquele núcleo para quem o voto pelo impeachment é uma traição. Estive na reunião do PMDB que rompeu com o governo. Em cinco minutos acabaram com cinco anos de relação. Não houve uma análise sobre o que os unia no passado e o que os separa no presente.

GOIAS24HORAS.COM.BR

Eles gritaram: “Brasil urgente, Temer presidente e fora PT”. Na verdade, ninguém parecia preocupado com a saída do governo mas com seu lugar no que seria instalado com a queda de Dilma. Estavam felizes como se não houvesse amanhã, nem os novos passos da Lava Jato. Na plateia, figuras controvertidas como Newton Cardoso, ex-governador de Minas; na mesa, Eduardo Cunha, cuja liberdade me faz duvidar da Justiça brasileira. O amanhã será complicado. Os políticos tradicionais que pensam em se aproveitar do desastre do PT para retomar o governo como se o Brasil fosse o mesmo do tempo de Sarney vão levar um susto. De um lado, enfrentarão o próprio PT e movimentos sociais ligados a ele, algo que me parece possível, se a democracia for usada com inteligência. Mas o Brasil que emerge desse processo, com intensos debates nas redes sociais, muito mais atento às peripécias da política, pode varrê-los do cenário, sem piedade.

As pessoas amadureceram para compreender a tática, a necessidade de organizar os passos intermediários para se alcançar um objetivo a mais longo prazo. No momento, o foco é o governo do PT, suas pedaladas fiscais, o rombo na Petrobras, a corrupção que se espraiou, o cinismo e a cara de pau de seus líderes. Um governo de transição só pode ser estável se equacionar bem suas relação com a Lava Jato. Se escolher nomes de gente sob investigação, vai demonstrar que pensa como o PT e o desalojou do poder apenas para não partilhar com ele as benesses da mamata federal.


“Não creio que exista salvação para figuras como Cunha e Renan.
A própria Justiça, cheia de dedos com gente como eles,
terá de levar a sério a tese de que a lei vale para todos.
Ninguém sai às ruas apenas para trocar de bandidos no poder

Não ter gente investigada é pouco. Será preciso também definir, publicamente, sua norma para o futuro. Aliás, voltar a uma norma do passado, quando existiam ainda vestígios de decência: no governo Itamar, as pessoas investigadas saíam para se defender. Volto para a casa cansado, escrevendo um pouco espremido no avião. O discurso da advogada Janaína Paschoal, uma das autoras do pedido de impeachment, aponta, entre outras, duas realidades interessantes para mim. A primeira delas é a de que há uma conexão entre as pedaladas fiscais, decretos secretos, rombo no orçamento e a corrupção que corroía o país. O dinheiro fantasiado nos planos de Dilma, era, de alguma forma, o dinheiro que se roubava ou, simplesmente, se dilapidava com a incompetência. Um outro ponto que me comoveu foi sua mensagem ao Parlamento: somos apenas parte de um povo que, na realidade, sofreu um golpe, pois analisava a realidade a partir do falso quadro desenhado pelo governo. A missão das ruas é clara: descrever aos parlamentares uma situação em que o povo foi roubado e enganado com fantasias eleitorais. O país sofreu um golpe. Sua única saída é responder ao golpe com uma medida constitucional de autodefesa, que é o impeachment.


Senti que grande parte dos parlamentares compreendeu o cenário. Mesmo os que parecem não ter compreendido, caso de Renan Calheiros, estão apenas fazendo cálculos sobre sua própria salvação. Não creio que exista salvação para figuras como Cunha e Renan. A própria Justiça, cheia de dedos com gente como eles, terá de levar a sério a tese de que a lei vale para todos. Ninguém sai às ruas apenas para trocar de bandidos no poder.

NÚBIA NONATO

www.casadoconhecimento.com.br


PERSISTO

Persisto.
Insisto.
Sigo.
Carrego uma certeza
quase insana.
Carrego uma vontade
desumana.
Carrego um peso que
é só meu.
Carrego um fardo mal
equilibrado.
Dispenso o egocentrismo,
o egoísmo exacerbado,
a alienação de quem se
supõe vítima mas despeja
um discurso inflamado
cheio de ódio e intolerância.
Não temo o juiz.
Não temo o algoz.
Temo a ignorância velada,
disfarçada pelo dedo em riste
de quem repete um discurso
com a cabeça nas nuvens.



CHARGES: SPONHOLZ
























Roque Sponholz é arquiteto, urbanista, 
professor universitário, 
chargista, caricaturista e cartunista 




segunda-feira, 4 de abril de 2016

CHÁ DAS CINCO: MÁRIO QUINTANA



CERTEZAS

Não quero alguém que morra de amor por mim…

Só preciso de alguém que viva por mim, que queira estar junto de mim, me abraçando.

Não exijo que esse alguém me ame como eu o amo, quero apenas que me ame, não me importando com que intensidade.

Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim…

Nem que eu faça a falta que elas me fazem, o importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível…

E que esse momento será inesquecível...

Só quero que meu sentimento seja valorizado.

Quero sempre poder ter um sorriso estampando em meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre…

E que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor.


Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém… e poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos, que faço falta quando não estou por perto.

Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho…

Que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente importa, que é meu sentimento… e não brinque com ele.

E que esse alguém me peça para que eu nunca mude, para que eu nunca cresça, para que eu seja sempre eu mesmo.

Não quero brigar com o mundo, mas se um dia isso acontecer, quero ter forças suficientes para mostrar a ele que o amor existe…

Que ele é superior ao ódio e ao rancor, e que não existe vitória sem humildade e paz.

Quero poder acreditar que mesmo se hoje eu fracassar, amanhã será outro dia, e se eu não desistir dos meus sonhos e propósitos, talvez obterei êxito e serei plenamente feliz.

Que eu nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas…

Que a esperança nunca me pareça um “não” que a gente teima em maquiá-lo de verde e entendê-lo como “sim”.

Quero poder ter a liberdade de dizer o que sinto a uma pessoa, de poder dizer a alguém o quanto ele é especial e importante pra mim, sem ter de me preocupar com terceiros…
Sem correr o risco de ferir uma ou mais pessoas com esse sentimento.

Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão…

Que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades e às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim… e que valeu a pena.

Mário Quintana




RODRIGO FREIRE
EDIÇÃO E VOZ
24/01/2012



CHARGES: DIRETO DA "BESTA"

JORNAL DA BESTA FUBANA


AUTO_regi
REGI – AMAZONAS EM TEMPO



chico_caruso_-_01-04-2016
CHICO CARUSO – O GLOBO




miguel_-_04_-_04_-_2016
MIGUEL – JORNAL DO COMMERCIO (PE)



duke
DUKE – O TEMPO (MG)



benett
                                                          BENETT – GAZETA DO POVO (PR)




nani
                                                            NANI – CHARGE ONLINE



AUTO_sinovaldo (1)
SINOVALDO – JORNAL NH (RS)




amarildo_-_03-04-2016
AMARILDO – A GAZETA (ES)

IMAGENS: GUSTAVO ROSA






















GUSTAVO ROSA


Gustavo Rosa nasceu em São Paulo, em 20 dezembro de 1946, onde veio a falecer em 12 de novembro de 2013. Foi pintor, desenhista e gravador, considerado um dos mais criativos artistas da sua geração.

Gustavo não pertenceu a uma escola específica nem seguiu nenhuma tendência ou modismo. Criou uma obra pessoal, com linguagem própria e personagens de um inesgotável humor caricatural.

Em 2005 inaugurou seu próprio espaço de trabalho e exibições, o Estúdio Gustavo Rosa, no Jardim Paulista, em São Paulo.

Em 2007, comemorando 40 anos de carreira, lançou o livro capa branca "Gustavo Rosa", com textos e curadoria de Paulo Klein, pela editora Décor.

Em 2009 participou de uma coletiva no Museu do Louvre – em Paris. Também lançou o livro "A Penúltima Visão da Realidade", do escritor e crítico de arte Jacob Klintowitz, pelo Instituto Olga Kos de Inclusão Cultural.

Em 2013 inovou em uma exposição chamada Arte com Arte, em parceria com a artista Suzy Gheler, onde suas obras foram transformadas em esculturas de tecido em tamanho real e expostas no Shopping JK, em São Paulo.

Dias após seu falecimento foi lançado o livro As Digitais de Gustavo Rosa, de Márcio Pitliuk, pela Editora Pitcult.

Viveu seus últimos 14 anos lutando bravamente contra um câncer.