sexta-feira, 8 de julho de 2016

IMAGENS: OS QUADROS MAIS CAROS DO MUNDO (4/5)




7. Le bal du moulin de la galette, de Pierre-Auguste Renoir (1876)

Quanto: 
140,3 milhões de dólares (U$ 78,1 milhões, sem correção)

Quem comprou: 
Ryoei Saito, novamente. Além dos gastos extravagantes, 
o japonês causou revolta ao declarar que, quando morresse, 
queria que os quadros de Van Gogh e Renoir fossem enterrados com ele. 
Ele se defendeu dizendo que tudo não passava de uma brincadeira.
Só que ninguém achou muita graça quando Saito faleceu em 1996 
e levou para o túmulo a localização do quadro de Van Gogh, 
cujo paradeiro permanece desconhecido. 
O destino da tela de Renoir também é incerto: 
vendida para um comprador anônimo
 quando a empresa de Saito passou por apuros financeiros, 
acredita-se que ela esteja na posse de investidores suiços.




8. Garçon à la Pipe, de Pablo Picasso (1905)

Quanto: 
127.9 milhões de dólares (U$ 104,2 milhões, sem correção)

Quem comprou:
 Dizem por aí que o empresário Guido Barilla teria sido 
o responsável por arrematar, em 2004, a obra de Picasso. 
Mas, apesar dos rumores, nunca foi divulgado o nome 
real do comprador que investiu uma fortuna no trabalho 
concluído quando o pintor espanhol tinha 24 anos.
 FONTE: SUPERINTERESSANTE – ABRIL/2013


IMAGENS: AUTORETRATOS (2/2)



TARSILA DO AMARAL


RAFAEL


ELISEU VISCONTI


EDMUNDO MIGLIACCIO


ISMAEL NERY




REMBRANDT



EDGAR DEGAS



quinta-feira, 7 de julho de 2016

IMAGENS: OS QUADROS MAIS CAROS DO MUNDO (3/5)




5. Retrato de Adele Bloch-Bauer I, de Gustav Klimt (1907)

Quanto: 
135 milhões de dólares


Quem comprou: 
O empresário estadunidense Ronald Lauder, em 2006. 
Por sorte, Lauder resolveu não pendurar o belo quadro na parede da sala: 
a famosa pintura do artista austríaco 
encontra-se exposta na Neue Galerie, em Nova York.






6. Retrato de Dr. Gachet, de Vincent van Gogh (1890)

Quanto: 
148,3 milhões de dólares (U$ 82,5 milhões, sem correção)


Quem comprou:
 O empresário japonês Ryoei Saito, em 1990. Saito chocou o mundo
 ao pagar uma fortuna, muito acima do “preço de mercado”,
 pelo quadro do holandês. E não parou por aí: 
dois dias depois ele fez outra compra milionária 
(o próximo item dessa lista) e deu chá de sumiço
 nas duas importantes obras.


FONTE: SUPERINTERESSANTE – ABRIL/2013

IMAGENS: AUTORRETRATOS (1/2)


ISMAEL NERY


RENOIR



GAUGUIN



OTTO DIX


CARLOS SCLIAR


YOSHIYA TAKAOKA



SEGALL

quarta-feira, 6 de julho de 2016

IMAGENS: OS QUADROS MAIS CAROS DO MUNDO (2/5)




3. La Rêve, de Pablo Picasso (1932)

Quanto: 
155 milhões de dólares

Quem comprou: 
O famoso empresário de Wall Street, Steven A. Cohen, 
em março de 2013. Cohen estava de olho no retrato
 de Marie-Thérèse Walter, 
antiga amante de Picasso, desde 2006. 
Steve Wynn, então dono do quadro, pretendia vendê-lo 
ao empresário por 137 milhões de dólares, 
mas teve que cancelar o negócio 
depois que acidentalmente perfurou a tela com seu cotovelo. 
Ops. A pintura foi restaurada e a venda, enfim, concluída.




4. Woman III, de Willem de Kooning (1951/53)

Quanto: 
154,5 milhões de dólares (U$ 135 milhões, sem correção)

Quem comprou: 
Steven A. Cohen novamente. O colecionador de arte, 
considerado o 106º homem mais rico do mundo pela Forbes, 
arrematou o quadro de Konning em 2006.


FONTE: SUPERINTERESSANTE – ABRIL/2013


IMAGENS: IMPRESSIONISMO (2/2)


Tarde em Toulon (França)

Tarde em Toulon (França)

1893 | Castagneto
óleo sobre tela, c.i.d.
Reprodução fotográfica Romulo Fialdini


A Lição

A Lição

óleo sobre tela, c.s.d.
60.00 x 72.50 cm
Reprodução fotográfica autoria desconhecida



Camponesa Italiana


Camponesa Italiana

óleo sobre tela, c.s.d.
56.00 x 42.00 cm
Reprodução fotográfica autoria desconhecida


A Ponte de Rialto

A Ponte de Rialto

óleo sobre tela, c.i.e.
Reprodução fotográfica Romulo Fialdini


Comungantes

Comungantes

óleo sobre tela, c.i.e.
Reprodução fotográfica autoria desconhecida


À Beira do Cais

À Beira do Cais

óleo sobre tela, c.i.e.
Reprodução fotográfica autoria desconhecida

Faluas Ancoradas na Ponta do Caju no Rio de Janeiro

Faluas Ancoradas na Ponta do Caju

no Rio de Janeiro

1885 | Castagneto
óleo sobre cartão, c.i.d.
Reprodução fotográfica Lula Rodrigues

FONTE: Enciclopédia Itaú Cultural
(Fotos e Legendas)

***





O impressionismo foi um movimento artístico (artes plásticas e música) que surgiu na França no final do século XIX. Este movimento é considerado o marco inicial da arte moderna. O nome “impressionismo” deriva de uma obra de Monet chamada Impressão, nascer do Sol (1872, acima).

Características do impressionismo nas artes plásticas:

- Ênfase nos temas da natureza, principalmente de paisagens;

- Uso de técnicas de pintura que valorizam a ação da luz natural;

- Valorização da decomposição das cores;

- Pinceladas soltas buscando os movimentos da cena retratada;

- Uso de efeitos de sombras coloridas e luminosas.






CHARGES: SPONHOLZ - O MESTRE









QUASE HISTÓRIAS

INTERNET

A MADAMA DA PAMPLONA

- Everaldo: chega. Não suporto mais ouvir aqui, ali e acolá, que você, meu quase bem, meu ex, é cachaceiro. Cachaceiro! Que vergonha! Barbaridade, homem!

- Mas sou.

- Negue. Beba uísque. Dinheiro não nos falta.

- Qual a diferença? Pinga ou uísque?

- Além de tudo, se faz de burro. Tomando uísque, você sobe um andar. Ou dois, sei lá

- Não entendi.

- Jumento, anta. Cachaceiro é uma coisa. Cachaceiro toma pinga. É pinguço. Adicto é outra, menos grave, quase chique. Preciso desenhar? (OS)


terça-feira, 5 de julho de 2016

IMAGENS: OS QUADROS MAIS CAROS DO MUNDO (1/5)





OS JOGADORES DE CARTA, de Paul Cézanne (1892/93)

Quanto: 
260 milhões de dólares (U$ 250 milhões, sem correção monetária)


Quem comprou: 
A família real do Qatar, em 2011. A compra milionária tornou 
quadro de Cézanne uma das obras de arte mais valiosas atualmente 
pertencentes a um acervo privado.




2. No. 5, 1948, de Jackson Pollock (1948)

Quanto:
 160,8 milhões de dólares (U$ 140 milhões, sem correção)

Quem comprou: 
Não foi revelado o nome do comprador que levou para casa 
o quadro de Pollock na venda organizada por David Geffen em 2006. 
O alto valor pago pelo amante das artes misterioso fez dessa
 a venda mais alta de uma obra contemporânea.


FONTE: SUPERINTERESSANTE – ABRIL/2013


QUASE HISTÓRIAS (XLIV)

INTERNET
A LISTA DE VALDOMIRO

Valdomiro era uma espécie de carpideira às avessas. Fazia o que fazia, sem remuneração, porque se achava engraçado, engraçado demais – uma fantasia alimentada pelos familiares e conhecidos, a maioria de humor abaixo de qualquer suspeita. É provável que muitos rissem de suas besteiras na esperança vã de serem poupados.

Valdomiro adorava velórios. Era dos primeiros a chegar, e dos últimos a sair. Gostava de contar piadas. Mas seu esporte predileto mesmo era ir de roda em roda mostrando uma lista que trazia de casa, com os nomes dos futuros defuntos da família.

Nunca entendi como alguém, em sã consciência, podia achar graça daquilo.

Valdomiro, no entanto, não marcou presença no velório de um parente muito próximo. O que deu margem a especulações várias, inclusive sobre sua eventual morte. Os que defendiam tal possibilidade, em especial os que frequentavam a lista de Valdomiro, no íntimo, torciam para estarem certos. 

Minutos antes do sepultamento, chegaram filha e genro do Valdomiro. E nada do homem.  

Sua filha foi logo avisando:

-- Não se preocupem, está tudo bem. Papai foi ao Nordeste, a passeio.  Lamentou muito não poder vir ao velório. Não havia passagens de avião. Mas pediu que lhes avisasse que estará presente na missa de Sétimo Dia. Com a lista atualizada. (OS)