domingo, 1 de fevereiro de 2015

CHARGES: DIRETO DA "BESTA"





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PELICANO – TRIBUNA SP


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AMORIM – CHARGE ONLINE



ATRÁS DO JORNAL DA BESTA FUBANA 
SÓ NÂO VAI QUEM JÁ MORREU



migueljc

MIGUEL – JORNAL DO COMMERCIO


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S. SALVADOR – ESTADO DE MINAS


paixao
PAIXÃO – GAZETA DO POVO



PIADINHAS: EPITÁFIOS (II)




Do juiz: Caso encerrado.

Do eletricista: Foi um choque!

Do obstetra: Parto sem dor.

Do mineiro: Trem ruim, sô!

Do sindicalista: Greve por tempo indeterminado!

Do hipocondríaco: Não falei que estava doente?

Do confeiteiro: Acabou-se o que era doce!

Do ginasta: Consegui! Dei um salto mortal!

Do jóquei: Cruzei o disco final.

Do crítico: Não gostei!

(Autor desconhecido)
(Publicado em 29/11/2014)

PIADINHAS: EPITÁFIOS (I)


Do bêbado: Enfim, sóbrio.

Do rico: Enfim, duro.

Do invocado: Está olhando o quê?

Do funcionário público: Dirija-se ao túmulo ao lado.

Do crente: Fui pro céu!

Do espírita: Volto já!

Do sambista: Sambei!

Do viciado: Do pó ao pó.

Do político: Procurem meu advogado!

Do açougueiro: Desencarnei!

(Autor desconhecido)
(Publicado em 



sábado, 31 de janeiro de 2015

CHARGES: DIRETO DA "BESTA"

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BRUM- TRIBUNA DO NORTE


ATRÁS DO JORNAL DA BESTA FUBANA 
SÓ NÂO VAI QUEM JÁ MORREU



fausto
FAUSTO - OLHO VIVO


paixao
PAIXÃO - GAZETA DO POVO



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DUKE - O TEMPO



clayton
CLAYTON - O POVO

VOX POPULI


“Deus ajuda quem cedo madruga”
Só um ateu juramentado pode crer numa barbaridade dessas. Deus não deixaria a ver itas os trabalhadores noturnos, muito menos os boêmios.

“Papagaio velho não aprende a falar”.
Pena que a regra não valha também para os novos. Papagaio é sempre um saco.

“Nem só de pão vive o homem”.
É vero. Um sexinho de vez em quando é bom.

“Em boca fechada não entra mosquito”.
Nem comida. Nem bebida. Sem uma e outra, a morte é certa. Abra a boca, homem!

“Água mole em pedra dura tanto bate até que fura”.
Melhor comprar uma furadeira. Sai mais barato. É mais rápido e ecologicamente correto.


 “Todos os caminhos levam a Roma.”
Desde que você tenha dinheiro pra pagar as passagens.

“O seguro morreu de velho.”
 E foi infeliz a vida toda.

“A chave do sucesso é a perseverança”.
Claro, claro. Desde que o sujeito persevere no rumo certo.

(Publicado em 20 de agosto de 2014)



CLÓVIS CAMPÊLO

A MINHA INSIGNIFICÂNCIA

CLÓVIS E SUA "INSIGNIFICÂNCIA"


Na casa do meu sogro, em Carolina, no sul do Maranhão, era assim: só quem dormia em cama era ele e a mulher, minha sogra. Foi assim, aliás, que constituíram uma família de nove filhos. Os filhos, estes, todos, dormiam em redes no quarto contíguo. Assim, quando fui admitido na família, inseri a minha na rede na fileira do quarto filial. Era mais um que chegava, mais uma rede para contabilizar que a família voltava a crescer e começava a receber novos agregados.

De Carolina para o Recife, foi um pulo. Na minha casa, nunca faltou uma rede. Nelas, embalei os meus filhos e os netos. Com um pouco de sorte, talvez consiga até embalar os bisnetos. A rede passou a fazer parte do nosso ambiente doméstico. Um utensílio indispensável.

Procuro no Google, o novo pai dos burros, quem inventou a rede e conformo que se trata de uma invenção ameríndia, feita originalmente com cipós e lianas. No Brasil colônia foi reinventada com algodão e enfeitada com franjas. Deixava, assim, de ser um utensílio doméstico indígena para ser um ornamento a mais nas casas dos nossos invasores e dominadores.

Durante muitos anos morei em um prédio no bairro do Cordeiro, no Recife, onde disputava com um vizinho para ver quem permanecia mais tempo na rede, à noite, nos terraços dos nossos apartamentos. Era uma disputa mais do que amigável, já que ele, um matuto de Jataúba, cidade situada no agreste do Estado, não dispensava horas de relaxamento e cochilos na rede.

Por essa época, apelidei a rede de “minha insignificância”. Sempre que precisava interromper alguma conversa longa ou desinteressante, usava sempre esse argumento: “já está na hora de me recolher à minha insignificância”! Funcionava a contento, as pessoas entendiam e até achavam graça.

Hoje, mesmo morando no décimo sexto andar de outro edifício, não dispenso a rede no terraço, onde costumo ver a lua cheia nascer por trás dos edifícios da Madalena. Mesmo assim, ainda insatisfeito por conta dos dias de chuva, que me privam do terraço panorâmico, instalei outro armador de rede na sala para as emergências.

Por nada nesse mundo, eu me separo da minha insignificância!


Recife, dezembro 2014

NÚBIA NONATO

www.gopixpic.com



DOM

Pense numa caixa de lápis de cor,
pense nas misturas possíveis e
impossíveis, feche os olhos com
força e deixe a imaginação dar
o seu próprio tom.

Abra os olhos e na sua frente
surgirá a mais linda borboleta
que sem a menor pretensão de
te ofuscar rouba de ti o que
Deus lhe deu de graça, o dom.




sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

FIM DA LINHA

matriz2006.blogs.sapo.pt

E nada mais foi dito, após a sentença ser decretada.

Os filhos se entreolharam comovidos, sob o olhar aflito, mas firme, da mãe.

O velho também não disse palavra. Olhava o nada, sem lágrimas.

Sabia que aquilo – sua interdição – não era maldade.

Era inevitável.




CHARGES: DIRETO DA "BESTA"



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NANI - CHARGE ONLINE


ATRÁS DO JORNAL DA BESTA FUBANA 
SÓ NÂO VAI QUEM JÁ MORREU


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WALDEZ - AMAZÔNIA JORNAL



migueljc
MIGUEL - JORNAL DO COMMERCIO



luscar
LUSCAR - CHARGE ONLINE




AUTO_jarbas
JARBAS - DIÁRIO DE PERNAMBUCO



fred
FRED - CHARGE ONLINE

RAPIDÍSSIMAS (LXIII)

www.bolachachoca.com.br

ENTENDER...
Todo mundo entende, quero ver suportar.

PLAYGROUND
Crianças são adoráveis. Na barriga da mãe.

O QUE É ISSO, PAI?
Não me agradeça por nada, me perdoe pela pouca paciência.

RETRATO 3 X 4
-- Afinal, quem você é?
-- Um desassossegado, por natureza e sina.

ZÉ PANCADA
A cada semana, ele adquire novas manias. 
Sem abrir mão das antigas.

SABIÁ
Eu ainda te amo tanto. Acho que é pra sempre.

VERÃO, VERÃO
Querem saber? Estou mais cansado que puta em final de expediente.

EFEITO SANFONA
Único jeito de acabar com a praga é não emagrecer mais.


www.dicascomoemagrecer.com


UM HOMEM FELIZ
Ninguém o levava a sério.

ZERO A ZERO
Nunca dei a mínima para mulheres muito lindas. 
Elas sempre me retribuíram com a mesma moeda.